domingo, 9 de agosto de 2020

Doce Rancho Chocolates


 Não é novidade que eu sou apaixonada pelos ares da Serra Catarinense...

Em especial  Rancho Queimado, Taquaras e Urubici. Já fazia um tempo que queria conhecer a @docerancho que ficava na entrada de Rancho Queimado e agora está no Parque do Morango, em Taquaras. Para quem conhece a região e a Festa do Morango, a Doce Rancho Chocolates está funcionando na antiga Casa do Papai Noel.

O lugar é um capricho, decoração acolhedora, bolos, cafés e muitos chocolates! 

O pão-de-queijo é servido quente e salpicado com salsinha. O misto-quente é feito com pão caseiro e ficou muito saboroso.

Empadão de frango também foi aprovado!

Vários tipos de bolos e tortas, fatias bem servidas. Mas, você também pode pedir meia fatia e aproveitar para provar mais de um sabor.

Eu, como boa doente por morangos, provei o bolo de morango com chocolate. 

O atendimento é impecável, você ainda pode trocar uma ideia com a Larissa (a proprietária) sobre a produção dos chocolates artesanais.

Voltei com algumas trufas e uma barra de chocolate meio amargo com lúpulo e malte...

O local está aberto de sexta à domingo, vale uma visita!


quarta-feira, 29 de abril de 2020

Rancho Queimado e Taquaras

   Nos últimos dois anos tenho feito pequenas viagens, rápidas e sem muito investimento financeiro. Passeios de fim de semana, de um dia, às vezes de algumas horas.
Estou surpresa com o que encontro a poucos quilômetros de casa, lugares que eu só conhecia o nome pelas placas. Quando pegamos uma estrada e estamos preocupados com o destino, não percebemos as oportunidades que vão passando...
Sabemos que em tal lugar tem tal cidade, mas na pressa, não mudamos o roteiro.
 Não fazemos desvios, não arriscamos.
Temos hora para chegar, não podemos desviar!
Bem, eu não tenho feito muitos planos, nem roteiros antecipadamente.

Minha história com os morangos é antiga, desde muito pequena o morango sempre foi minha fruta favorita. E tudo que tem morango e as cores do morango também, é claro!
Moranguinho - 1981 (da minha coleção)
Eu era a criança que acordava cedinho e ia para a horta comer morangos verdes para não deixar para os outros. Minhas bonecas preferidas eram da Coleção Moranguinho
Os sabores podiam ser artificiais, mas se tivesse um morango na embalagem eu comeria tudo. Meus sapatos sempre foram vermelhos, nunca fui do cor-de-rosa!

Previsão do tempo: sol, temperatura agradável
Um bom domingo para pegar a estrada :)
Já fazia mais de um ano que eu não pegava a BR-282 com o Johnny, a última vez tivemos um problema no motor e ficamos seis horas parados na estrada. Fiquei traumatizada com esse trajeto.
Desta vez deu tudo certo, o Johnny Bigudis fez o trajeto em uma hora, sem nenhum problema.

   O passeio é muito mais divertido quando estou dirigindo, gosto de parar em lugares diferentes ter tempo para fazer fotos, conversar, observar a natureza...
Primeira parada: fotografar o portal da cidade, aqui em Santa Catarina as cidades de colonização alemã sempre tem portais com arquitetura típica, geralmente com muitas flores ao redor.
Rancho Queimado tem o portal seguido da fábrica de refrigerantes Pureza, dois lugares para fotografar.
A ideia principal do passeio era ir até Taquaras fazer fotos no posto de gasolina mais antigo da região ainda em funcionamento, conhecer a casa de campo do Governador Hercílio Luz, comprar morangos, fotografar o caminho florido e na volta parar no Café Colonial de Rancho Queimado.
São Pedro caprichou no dia!
 O céu azul faz uma linda composição com o verde, as casas coloridas, as flores e o Johnny Bigudis.
Eu soube do posto de gasolina há alguns anos, mesmo antes de ter meu fusca eu já queria conhecê-lo. Rancho Queimado tem um encontro anual de carros antigos, assunto que sempre me interessou. Todos que vão ao encontro, inevitavelmente, fazem o caminho até Taquaras para fotografar seu carro antigo junto ao posto de 1959.
O posto Teófilo Schütz tinha contrato com a americana Texaco e era o mais moderno da época. Acreditava-se que a BR-282 passaria por dentro da cidade, o que acabou não acontecendo. Ao lado do posto, um hotel para os motoristas descansarem antes de seguirem viagem para o litoral. Com a construção passando por fora da cidade o movimento caiu e as duas construções, posto e hotel, foram esquecidas.
 Hoje o posto ainda funciona, não abre aos domingos e feriados, e mantém as mesmas características de 1959, exceto pelas novas bombas. O hotel está abandonado, portas fechadas e a fachada desbotada, uma pena! Poderia ser uma atração na pequena Taquaras.
Esse lugar, que parece ter ficado parado no tempo, tem casas bem cuidadas,  jardins floridos, muito verde ao redor. Aqui a vida vai passando devagar...
Para quem gosta de paz, locais bucólicos e silêncio é um paraíso.

Na volta, uma parada na Casa de Campo do ex-governador Hercílio Luz.
A propriedade foi adquirida pelo ex-governador em 1911, para ser utilizada como residência de lazer e repouso. Cheia de histórias, a casa guarda um acervo histórico da vida do ex-governador, utensílios, fotos, registros da construção da ponte pênsil,...
Um jardim enorme e bem cuidado, pomar, laguinho, araucárias, ar puro. Em homenagem à sua esposa foi construída uma igreja em frente à residência.
Beleza por todos os lados, uma paisagem que eu não imaginava encontrar tão perto de casa.

Casa de Campo do Governador Hercílio Luz




















Próxima parada...
Uma plantação de morangos orgânicos, no estilo “colha e pague”!
Produção familiar, limpa, organizada, lindos e doces morangos me esperando... Você recebe uma cestinha vermelha e pode passear pela plantação escolhendo seus morangos.
 A horta é suspensa, os morangos não tem contato com o solo e você nem precisa se abaixar para escolher os melhores. O quilo custa 15 reais, você também pode comprá-los embalados, mas não tem o mesmo glamour de colhê-los.
Cestinha cheia, hora de pegar a estrada...




Próxima parada:
Café Colonial (porque eu sou dessas que está sempre procurando coisas boas)
Lugar bonito, alto, chama atenção de quem passa.
 Na fachada, o nome está em alemão.
Este café colonial não tem bufê, você chega e trazem tudo de uma vez só na mesa...
Não gostei deste tipo de serviço, você quase não tem espaço na mesa. As meninas são ótimas, educadas. Mas, a comida deixou a desejar.
Só tinha uma opção com morangos: um bolo, com pouco morango no recheio!
Como assim, na Terra do Morango não tem opções com morango?
Não vou me prolongar nesta “parada”.

Uma observação importante: tome muito cuidado na estrada!
 Dirija devagar, vá com cuidado, aprecie a paisagem, chegue com segurança!







Taquaras



terça-feira, 17 de março de 2020

Como um dia de domingo - Caldas da Imperatriz


Aquele dia que acordamos com um terrível torcicolo, lado esquerdo travado depois de uma noite mal dormida e uma semana agitada.
Lembrei-me das águas milagrosas de Caldas da Imperatriz e de quanto aquele banho quente faz bem. Sem poder dirigir (fusca e torcicolo não são compatíveis), convidei meu pai para ir comigo.
Aquele domingo lindo de temperatura agradável, dia propício para fazer um passeio e aproveitar as termas.

Foto: Karla Souza


Um pouco de história

Os primeiros registros de sobre as águas termais nas margens do Rio Cubatão foram feitos em 1809, revelando águas parecidas com as da estância de Harrogate, na Inglaterra, com temperaturas beirando os 40º.
As águas já eram conhecidas pelos índios e pelos habitantes da região que vinham em busca de cura para suas doenças. Em 1812, foram levadas algumas garrafas de água para a Corte e o Governo Imperial tentou guardar o local. Muitas batalhas foram travadas com os índios que destruíam as instalações e matavam o contingente policial.
Somente em 1818 as fontes foram retomadas dos índios por ordem do governo de João Vieira Tovar de Albuquerque. O pronunciamento oficial, dizia:

“Temos entre nós um manancial de beneficência pública, e havemos de privar o público, a Nação e, enfim, a humanidade deste presente que nos confiou a natureza?
Ah, não!
Cidadãos generosos, o rico tesouro de águas termais que temos em frente a nossa vista, mas coberto por obstáculos deve franquear-se a todas as gerações de um modo fácil e digno de vós. A posteridade gozando de seu benefício deve apontar com o dedo e exclamar:
“Isto se deve aos catarinenses e honra os benfeitores a humanidade.”

Em 1818, o Rei João VI decretou a construção do  hospital que é considerado a primeira Estância Termal do Brasil.
Em 1844, a Imperatriz Teresa Cristina recebeu o título de Protetora do Hospital de Caldas, hoje o Hotel Caldas da Imperatriz.
Obviamente, resumi um pouquinho da história que é longa e bonita, vale pesquisar e conhecer melhor.

Casa de Banho

Você não precisa estar hospedado no hotel para poder usar a casa de banho!
A casa fica anexa ao hotel, o valor do banho fica em 20 reais nas banheiras comuns e 25 reais na hidromassagem. A duração de cada banho é de aproximadamente 20 minutos, mais que isso pode baixar a pressão...
 Dá um sonooooooo...
Dicas para um bom banho:
Foto: Karla Souza
- Leve suas toalhas de casa
- Shampoo, condicionador, sabonete...
- Relaxe, você não será esquecido na banheira, assim que terminar seu tempo de banho irão bater na sua porta.
- Deixe suas roupas e toalhas penduradas e os calçados também! É comum, e sem querer, deixar a banheira transbordar.

A água que beira os 40 graus faz bem para a pele, para o corpo e ajuda a relaxar.
Eu tenho meu ritual na banheira: costumo colocar os pés no jato de água, depois as costas. Depois, encho novamente a banheira, fecho os olhos e fico pensando bobagens...
Será que a Imperatriz ficava só 20 minutos na água, será que ela pendurava o vestido, será que tinha alguém para lavar suas costas?
Será que ela também ficava com fome depois do banho?


Café Colonial
Falando em “fome”, o hotel serve café colonial!
Colonial de verdade, sem bolos de caixinha, sem produtos de supermercado...
Foto: Karla Souza
Tive que conferir!
Não tem erro, saindo da casa de banho é só andar um pouquinho e estará no hotel.
O prédio antigo é cheio de detalhes, janelas grandes, pé direito alto, vitrais nas portas dos quartos. Um corredor liga a recepção ao restaurante, quartos dos dois lados, portas altas e uma luz amarelada lembram um cenário de novela de época.
No final do corredor, as portas do restaurante destoam do resto: portas vai-e-vem, naquele estilo filme de faroeste.
Por trás da porta surgiu aquela visão do paraíso:
Um buffet com opções quentes, sopas, lasanha, tortas salgadas, pastéis... Uma outra mesa repleta de bolos caseiros, pães, doces, queijos, embutidos, tortas, sucos, cafés, frutas.
Conversei com o chefe de cozinha, ele disse que a confeiteira havia faltado e pediu desculpas pela falta de outros doces.
- Como assim, tem mais?
O restaurante tem uma parte externa com vista para a mata, embaixo passa um riacho, casinhas para alimentar os pássaros estão penduras em todas as árvores. Um casal da Bahia ocupava a mesa de fora, enquanto bebiam um vinho tinto.
Acho que essa é a perfeita definição de PAZ: natureza, amor, comida e um bom vinho.
Barulho da água correndo, pássaros coloridos e livres, o tempo passando devagar. Árvores floridas em tons que vão do rosa chá ao roxo intenso, aquele verde todo e o céu azul completam a paisagem perfeita.
                                 
                                           Foi um ótimo dia de domingo!



O café colonial custa 30 reais por pessoa, nos fins de semana e funciona das 17:30 às 20:00 .
 Mas, se você fizer cara de fome, deixam você se servir um pouco antes...
Nos dias de semana custa um pouco menos, entre 25 e 28 reais (não lembro bem).
Ao lado da casa de banho tem um mini-parque aquático: piscinas termominerais, cachoeira, toboáguas, área para churrasco...
Não sei o preço, mas sei que vale a pena!


Contatos:
Telefone: 48-3245.7088
Whatsapp: 48-98487.7422 (eles respondem mesmo, pode mandar um “whats”)
Site: www.hotelcaldas.com.br
Endereço: Rua Princesa Leopoldina, 333 – Caldas da Imperatriz-
Santo Amaro da Imperatriz- SC
88140-000

 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Florianópolis - Lado Leste

  Os açorianos chegaram por  aqui  em meados do século XVIII. Foi deles que os florianopolitanos  herdaram costumes e tradições, deixando suas marcas no jeito de  ser e  de  viver de  sua gente.
O pedacinho de terra perdido no mar, ilha da moça faceira, da velha rendeira. Ilha da Lagoa da Conceição, Ilha do surf, ilha das bruxas de Cascaes. Ilha de histórias fantásticas, ilha de poesia, ilha de gastronomia.
Ponte Hercílio Luz  Foto: Karla Souza
 Várias ilhas dentro de uma só, assim é Florianópolis. Um lugar de cores, de sabores e de história. Um lugar de manezinhos, de colonização açoriana, de gente bonita e de turista que vem e fica.
Neste pequeno paraíso, fomos conhecer o Leste da Ilha. Lugar de pescadores, de gente feliz e das pessoas que descobriram um cantinho junto à natureza para viver. Aqui, a vida tranquila se mistura com o agito dos turistas o ano inteiro. Para quem não está acostumado, o trânsito é complicado. Antes as filas se formavam apenas no verão, hoje é preciso ter paciência e bom humor. Mas com está vista, não dá nem para reclamar de ficar muito tempo na fila, não é?




                                                  Lagoa da Conceição




Foto: Karla Souza
Um espaço místico, aqui os açorianos localizaram bruxas, lobisomens e outras  tantas criaturas  noturnas, que deixam esta parte da  ilha ainda  mais encantada. A freguesia se formou ao redor da igreja de Nossa Senhora da Conceição. Algumas construções ainda sobrevivem  ao  tempo, deixando  o lugar  ainda mais  bonito. Mas é bom andar atento, e saber diferenciar  as  bruxas das feiticeiras. As bruxas dão nós nas crinas dos cavalos, chupam sangue de  criancinhas, “intizicam” com as pessoas e fazem  muitas  maldades. As feiticeiras são boas e só elas tem o poder de desfazer as bruxarias.  Se resolver passear em noite de lua cheia, cuidado redobrado, a  probabilidade de encontrar estes seres encantados são maiores. 
 Agora, se você não acredita nessas coisas...  A noite da Lagoa é a mais badalada da cidade, bares com música ao vivo, dos mais variados estilos. Gente bonita e a animada, lotam as ruas  do Centrinho até a Avenida Rendeiras.
Um passeio na Lagoa, num lindo dia de sol é imperdível. Programa para todas as idades, com várias atrações. Do pedalinho ao  stand-up paddle (aquele pranchão com remo), do  passeio de barco ao pic-nic na grama. Para quem tem  disposição, subir as dunas vale a pena e também tem a opção de praticar sandboard. Sem contar com as  inúmeras opções de restaurantes, servindo os pratos  típicos da ilha. Pra quem curte frutos do mar, a Lagoa é o paraíso.

 Florianópolis recebeu o título de Cidade Criativa Unesco da Gastronomia, em 2014. É a única cidade do Brasil com esta distinção, motivo de orgulho para todos. Os sabores da Ilha são uma herança dos açorianos. Eles trouxeram as técnicas e os utensílios, os modos de pescar, o carro de boi, a cerâmica, a renda de bilro e etc.
As receitas são carregadas de histórias, cheiros e tradições. Aqui as coisas simples da terra e do mar se uniram, criando sabores autênticos. 
Foto: Karla Souza




“Nossa gastronomia é simples, voltada para frutos do mar. Tive a oportunidade de estar junto na escolha das receitas e elaboração das fichas técnicas. Esse título leva um pouquinho da nossa cultura e gastronomia para  o mundo.”

Alessandro Medeiros - Chef de Cozinha


  A praia da Barra da Lagoa é sem dúvida um lugar mágico, um  dos  lugares preferidos  dos  turistas estrangeiros. Quem mora aqui,  não  pensa em se  mudar.
 Tem sombra, tem praça, tem  mar, piscinas naturais, o canal, o peixe fresco e uma comunidade acolhedora. 
Foto: Karla Souza
 Aqui, as crianças se divertem como em outros tempos. Tem lugar pra  jogar bola, árvores frutíferas, e quando o dia esta  assim bonito... Tomar banho no canal!  Os filhos de pescadores crescem  nesse  paraíso, alguns seguem a tradição da  família e continuam na profissão.
  E não se assuste com o nome, aqui todo mundo tem uma ZICA. E é com ela que você vai trabalhar, encontrar os  amigos, à escola e  até pescar no canal.
A zica também faz passeios românticos, afinal, tem que ter amor nessa vida!
 Ah, você não sabe o que é uma zica?
Talvez você conheça por outro nome, a bicicleta!   
Foto: Karla Souza
                                                               

No canal da Barra, além dos pescadores artesanais,  você encontra pessoas mergulhando, turistas fazendo a  foto  clássica no farol, pessoas conversando à sombra das árvores. A praia é para todas as idades, com restaurantes à beira-mar e uma extensa faixa de areia.
Aqui também é um lugar para os esportes, surf e kitesurf são os mais procurados. Se esses não lhe agradam muito, ainda tem o frescobol, as caminhadas, o vôlei de praia e tantos outros.
A Barra da Lagoa é um lugar acolhedor, com opções para todas as idades.






sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

7ª Vindima de Altitude



7ª Vindima de Altitude

Estive no lançamento da 7ª Vindima de Altitude, na noite de ontem (13 de fevereiro) em Florianópolis. Uma apresentação da festa, das vinícolas, e claro, uma noite para provar o amor engarrafado. A palavra pode soar estranha, nem todos sabem o que é vindima: Vindima é a colheita da uva, podemos ser mais objetivo e dizer que é o período que engloba a colheita das uvas e o início da produção do vinho. 


Eu tenho alguns queridinhos, mas aconselho a subirem a Serra e fazerem um tour pelas vinícolas e escolherem os seus.
Quando falamos em colheita, falamos de festa. A Vindima é uma oportunidade, não só de provar, mas de aprender mais sobre os vinhos, as uvas, as harmonizações...
De quebra, ainda tem vinhedos carregados formando uma paisagem linda, lugares acolhedores e ótima gastronomia. Eu sou suspeita para falar da Serra Catarinense, cada vez que tenho a oportunidade de ir volto mais apaixonada: Primeiro pelas pessoas que tenho a oportunidade de conhecer, e quando digo “conhecer” entendam como “aprender”.
Segundo, pelo clima e pela paisagem. Terceiro, por tudo de bom que aquela terra dá, especialmente os vinhos!
 7ª Vindima de Altitude
Início: 28 de fevereiro
Até: 29 de março
São Joaquim – Santa Catarina

Confira a programação: Intagram: @vinhosdealtitude Site: www.vindimadealtitude.com.br Facebook: https://facebook.com/vindimadealtitudesc

Como eu sempre digo:
A melhor parte de ser jornalista de gastronomia é ser jornalista de gastronomia! Não tem coisa melhor que falar de comida, bebida, lugares incríveis, produtos incríveis e pessoas incríveis produzindo maravilhas! Melhor ainda, é saber que podemos encontrar tudo isso sem sair de Santa Catarina!
                                                    

                                                                       



                                                       
                                                               Vim, vi, comi!